Esses dias li no blog
Vida de Frila, do Maurício Oliveira, algo sobre o que topamos fazer no início de carreira. Bueno, depois que vim para SP, no século passado, uma das minhas primeiras atribuições na Playboy era fazer a crítica dos filmes pornô. Ok, ok, até que divertido... Um trabalho para se levar para casa, óbvio - difícil era explicar para a empregada evangélica, que sempre dava de frente com uma pilha de filmes na sala, que aquilo era algo profissional. Depois de um tempo, acho que era o único cara que pulava as cenas de sexo dos pornôs para saber o "enredo". Pior quando o editor pedia
"Eu quero números! Números!". E lá ia eu contar. Fácil? Nem tanto. E quando tinha uma gang bang? Perdia a conta. E quando há dois objetos ocupando o mesmo espaço - numa maneira polida de dizer - conto uma ou duas vezes? Dilemas do início de carreira...
Em tempo: da minha época de crítico pornô, recomendo o Projeto Uranus, uma megaprodução com cenas de sexo na gravidade zero e a grande Silvia Saint.
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