terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Vida de frila

Ainda estou me acostumando à vida sem chefes - pelo menos chefes diretos, pois indiretos a gente acaba ganhando vários. Porém, minha grande angústia é ficar esperando a resposta dos emails enviados sugerindo pautas. Estou adquirindo a ridícula compulsão de toda hora ficar checando a caixa de entrada (tenho que parar com isso, desligar e ponto). Pior que alguns (minoria, ainda bem) nem um "não, obrigado" se dignam em responder. É apenas uma questão de respeito com o companheiro de profissão que usou alguns neurônios pensando neles... Tenho que ler mais o blog do amigo e grande jornalista Maurício Oliveira para descobrir com tornar menos angustiante essa vida de frila.

5 comentários:

Maurício Oliveira disse...

Fala, Dudu! Obrigado pela honrosa citação. Rapaz, acabo de completar cinco anos de frilagem. O começo é difícil mesmo. O melhor caminho é ir se apresentando como frila às pessoas que você conhece e que já conhecem o seu trabalho. Com o tempo, as coisas começam a pintar naturalmente e você passa a trabalhar muito mais por demanda do que tendo que tomar a iniciativa - o que é mesmo angustiante.

Maurício Oliveira disse...

Rapaz, você me inspirou um post gigantesco.

Lira Neto disse...

Dudu.

Vi a citação a você lá no blog do Maurício e corri para cá. Já pus você na minha lista de links lá do meu blog. Isso aqui é muito bom.

Abração

Rafaela disse...

Oi, Eduardo, eu fui colega do Fábio no DC. Infelizmente não fiz faculdade da UFSC, mas em Caxias do Sul. Também me formei por essa época aí.

Precisando de algo do Rio, é só falar.

Beijos.
Rafaela

Carline :) disse...

Um minuto de puro agradecimento pelo sorvete de pavê de chocolate e pela deliciosa conversa em dia na sacada do seu apê :) Te adoro.